domingo, 13 de junho de 2010


Por que não roer as unhas?
Desde pequena ouço aquela história: "não roa as unhas minha filha, vai fica com os dedo sabuguento!" ou "se tu roe unha vai te vermes guria!"e tantas outras que, por mais que sejam verdades, não impedem um nato roedor de unhas de continuar a roer suas preciosas. Acredito que esta ação viciante tem início quando algo drástico acontece na vida do ser. Eu, por exemplo, desde que entreguei meu bico pro papai noel, aos 6 ou 7 anos, não lembro (causador da minha (passada) separação desforme ou vão entre dentes superiores e inferiores), comecei e até então não consegui me livrar desse delicioso hábito. Uma característica fenomenal dos roedores é a quantidade de ângulos e formas que estes realizam para conseguir agir, reproduzindo contorções braçais de até 180° (nem aparelhos fixos resistem a nossos poderes). Laços fortes de amizade podem ter seu início com a simpatia que sentimos quando conhecemos alguém que roe unhas, coisa que nos faz pensar: "esse é dos meu!". Não sei o que seria das pessoas tensas ou com alguma disfunção mental se estas não tivessem suas unhas ali, dispostas a serem roídas. O que faríamos para acalmar nossos nervos??(Ah, sim, morderiamos a pele lateral! outro vício tentador), mas nada comparado as velhas e companheiras unhas. Tá. Chega de baboseira. Só queria deixar relatado aqui como as minhas me completam.

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